08 julho 2015

Aplicativo: Shark


Olá skyscrapers!

Hoje eu vim trazer a análise de outro aplicativo eu eu baixei e sei que muita gente procura: o aplicativo Shark. Ele é disponível tanto para Android quanto para aparelhos da Apple.

Shark é um editor de fotos: você meche com iluminação, recorte, contraste, saturação e etc, tem vários filtros, mas muitos deles são pagos (embora tenha alguns gratuitos e que são muito bons).

Tem também outros itens para você adicionar, como molduras e outras imagens para colocar por cima, e você pode editar a transparência do item que você colocou, deixando no foco que você prefere, além de poder colocar texto também.

Eu achei o aplicativo bem completo, mesmo na versão gratuita, e creio que a diferença para a paga são filtros e algumas molduras ou imagens mesmo. Recomendo o uso do aplicativo, não paro de usar desde que baixei, ele é ótimo para corrigir pequenos detalhes (como iluminação, que nem sempre sai como imaginamos com a natural), e também tem ótimos detalhes para vocês acrescentar.

Se foram stalkear meu insta vão ver que tem várias imagens que eu usei os efeitos desse app, muito bom.

Vocês já conheciam o aplicativo? 

~xoxo

06 julho 2015

Versus: A Menina que Roubava Livros - LivroxFilme


Olá skyscrapers!

Hoje eu vim trazer o versus de "A Menina que Roubava Livros". Pelas minhas resenhas (clique aqui para ver a resenha do livro e clique aqui para ver a crítica do filme) já da pra perceber que existe grande diferença entre eles, mas aqui vou listar as principais diferentes, e as que mais me incomodaram. 

O post conterá spoilers, sua maioria do livro, mas terão um aviso antes. Se você quiser ler a postagem mesmo assim pode, sem problemas, mas fiquem atentos aos avisos se não quiserem essas "prévias".

O principal intuito disso é fazer uma crítica da adaptação cinematográfica dos livros, se ela é boa ou não e se é fiel ou não ao livro. Dito isso vamos à crítica.


Vou começar falando da história em si: no livro, a história está muito mais completa. Claro que no livro sempre tem coisas a mais do que no filme, mas houveram cenas do filme que era pra você ter um tipo de reação que, se você não leu o livro, você não tem. Ficou informação faltando, informação que era pra ter na história do filme. Vou dar um exemplo (e, se não quer spoiler, pule o próximo parágrafo):

Quando Max fica doente, e Liesel lê para ele, vendo o filme você não tem tanto apego assim por eles e pela amizade deles, você não sente o que está acontecendo com ela para querer ler para ele, porque não tivemos cenas de amizade antes. Não teve a amizade de Liesel e Max, só tem seus pais abrigando o judeu. Ao assistir, você até sente que ela se apega a ele porque era quem estava lá no momento, e não é bem assim. Também quando ela o procura na cena que tem os judeus pegos, você não sente que ela gosta tanto dele assim a ponto de enfrentar tudo e procurá-lo ali, principalmente por esse ponto da amizade. Houveram pouquíssimas cenas dos dois antes disso acontecer. E ele não está lá também - o que tira o peso da cena final. Seria muito mais impactante se ela o tivesse visto, como no livro, mas você não sente nada, só alívio por saber o que aconteceu com ele, já que ele não aparece mais.

Deu pra ver os furos? Isso porque só citei alguns. Houveram várias cenas que perderam peso, suspense ou emoção por ter faltado alguma cena anterior para te fazer sentir isso. Sempre digo e repito: o filme tem que se sustentar por si só, não deve esperar pelo livro, esperar que quem está vendo leu. Ele tem que causar as emoções sozinho.

Outro ponto que ficou bem mais fraco no filme foram as personagens: elas ficaram muito superficiais, enquanto no livro vamos nos aprofundando nelas a cada capítulo, até imaginamos as reações das personagens se descobrissem isso ou aquilo que ocorre, mas no filme não temos isso.

Como eu falei na minha crítica, o filme tenta te induzir a realizar certa ação sem você realmente senti-la, como o apego pelas personagens, ou comoção em certa cena, ansiedade e por aí vai. Já no livro, mesmo com a Morte nos dando vários "spoilers" sobre o que irá acontecer, você sente do mesmo jeito, e de forma muito intensa. Na verdade, isso deixa até pior: você se apega tanto aos personagens que quando tem algum suspense você já acha que vai acontecer a tragédia que ela disse antes e fica angustiado, e isso nem o final do filme - que é a cena mais "emocionante", por assim dizer - depois de ver o filme todo, consegue te fazer se sentir assim.

Outra grande diferença - essa não sendo ruim - foi que Liesel e Rudy tiveram mais foco. Porém, sem sucesso para emoções ainda. Eles dão muito mais foco do que deveriam ter, mostrando cenas sem tanta importância na história - o que não seria problema, se tivessem colocado todas as cenas importantes. Parece que eles estavam querendo colocar um pouco mais de romance no drama, o que é normal quando livros viram filmes, e acho que para sentirmos mais (spoiler) na cena final, quando ele morre e ela o beija, mas, mesmo tentando induzir isso, não não sentimos realmente esse afeto pelas personagens, nós só torcemos porque sabemos que temos que torcer, porque percebemos isso, sabe? E no livro, mesmo sem essa atenção toda, sentimos demais quando tudo acontece com eles.

Então é isso, como falei na crítica, o filme tem grandes atores em péssimos papeis, com uma trama rasa e com pouca emoção, enquanto o livro meche completamente com nossos sentimentos e faz com que entremos na história, parece que estamos observando todas essas reações das personagens.

Infelizmente é isso o que eu tenho a dizer. Não gosto de ser negativa, mas não vou mudar a crítica para ficar mais amena sendo que essa é a minha opinião. Coloquei como razoável na crítica do filme porque a história está bem completa, mas confesso que foi bom pouco que não coloquei nota menor. Assistir o filme não é perda de tempo, você pode gostar, mas vá sem tantas expectativas assim e leia o livro antes, para ligar todos os pontos.

Lembrando que essa é a minha opinião, às vezes o que eu não gostei você pode ter gostado e vice-versa.

E vocês, já viram o filme ou leram o livro? O que acharam? Concordam comigo? Deixe sua opinião nos comentários.

~xoxo

MLI2015: Início - Semana1


Olá skyscrapers!

Vim trazer para vocês o primeiro post de acompanhamento da maratona! Estou super ansiosa, mas também meio nervosa, porque vou continuar trabalhando e agora aumentou a quantidade de livros, mas vamos lá, força que eu consigo! Haha.

Todos os livros lidos na maratona terão resenha no blog, normalmente, e se você estiver participando também deixa seu blog ou vlog nos comentários pra eu poder acompanhar.

Para ver o post que eu falo da maratona e mostro minha TBR, clique aqui.

Estamos entrando na primeira semana, que é a semana das distopias, fantasias e/ou ficção científica. Para cada semana escolhi dos livros e mais um extra, caso por algum milagre eu termine os livros antes de terminar a semana. Acho que não chegarei ao extra, mas sempre bom ter pensamento positivo, né?

Os livros escolhidos foram: As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago e Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos. Eu sei que os livros separados de ACN tem capas específicas - e tem todas elas dentro do meu livro - mas, como eu tenho a edição única, vou colocar a minha capa. Vamos lá!

Nome: O Sobrinho do Mago (série As Crônicas de Nárnia - Livro 1)
Autor: C. S. Lewis
Páginas: 184
Editora: Martins Fontes
Sinopse: O Sobrinho do Mago - A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.





Esse livro entrou no desafio como "um livro com figuras ou ilustrações".

Nome: Cidade dos Ossos (série Os Instrumentos Mortais - Livro 1)
Autor: Cassandra Clare
Páginas: 459
Editora: Galera Record
Sinopse: Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.

Esse livro entrou no desafio como "comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia", "um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica" e "um livro que você ganhou", essa última tem mais livros.

E como livro extra escolhi Harry Potter e a Pedra Filosofal:

Nome: Harry Potter e a Pedra Filosofal (série Harry Potter - Livro 1)
Autor: J. K. Rowling
Páginas: 263
Editora: Rocco
Sinopse: Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrente, num duelo, o cruel Voldemort.Com inteligência e criatividade, J. K. Rowling criou um clássico de nossos tempos. Uma obra que reúne fantasia e suspense num universo original atraente para crianças, adolescentes e adultos.


E essa é a minha listinha da semana. Terá acompanhamento no Instagram e segunda que vem eu farei outro post desse, falando como foi a semana, se consegui concluir tudo e como foi, e apresento também os livros da próxima semana novamente.

É isso skyscrapers e let's go! Boa sorte pra mim e pra quem estiver participando.

~xoxo

03 julho 2015

Nas Telas: Filme "Divergente"


Olá skyscrapers!

Hoje eu trouxe pra vocês a crítica do filme Divergente, adaptação do livro de mesmo nome da autora Veronica Roth. Esse é o primeiro filme de uma saga, contendo Convergente, já lançado, Insurgente Parte1 e Insurgente Parte 2. A resenha será feita sem comparação com o livro, as opiniões expressadas são somente sobre o filme. Para ler a resenha do livro, basta clicar aqui.

Obs: Esse filme não é recomendado para menores de 14 anos.

Nome: Divergente (Série Divergente - Filme 1)
Sinopse: Na futurística Chicago, quando a adolescente Beatrice completa 16 anos ela tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. Elas são cinco e cada uma representa um valor diferente, como honestidade, generosidade e coragem. Beatrice surpreende a todos e até a si mesma quando decide pela facção dos destemidos, diferente da família. Ao entrar para a Audácia ela torna-se Tris e entra numa jornada para afastar seus medos e descobrir quem é de verdade. Além disso conhece Quatro, rapaz experiente que consegue intrigá-la e encantá-la ao mesmo tempo.
Dirigido Por: Neil Burger
Com: Shailene Woodley, Theo James, Kate Winslet, Zoë Kravitz, Ansel Elgort, Miles Telles, Jai Courtney e Maggie Q
Gênero: Ficção Científica, Ação, Romance




O filme se passa em uma Chicago futurista, onde a sociedade é dividida em cinco facções: Audácia, Abnegação, Erudição, Amizade e Franqueza. Aos 16 anos, os jovens devem escolher entre ficar na facção em que nasceram com sua família ou ir para alguma outra. Antes da cerimonia de escolha eles passam por um teste de aptidão que os auxilia nessa escolha tão difícil, mostrando em qual facção eles se encaixam melhor.

Algumas pessoas se encaixam em mais de uma facção, e essas são chamadas de Divergentes. Os divergentes correm grande perigo, pois os líderes acham que eles são uma ameaça, por não se encaixar no padrão e, assim, não serem previsíveis.


Ao escolher uma facção o jovem passa por uma iniciação, que ocorre de forma diferente em cada facção. Se concluir a iniciação, é oficialmente membro da facção escolhida, se não concluir, acaba se tornando um sem-facção, que são como mendigos, alimentados pelos membros da Abnegação.

Nós acompanhamos a história de Tris, que abandonou sua facção (Abnegação) para se tornar membro da Audácia, facção dos guerreiros destemidos que ele tanto admirava. Em seu teste de aptidão, Tris descobre ser uma divergente, mas ela não sabe o que isso significa para sua segurança, só sabe que não deve falar para ninguém.


Tris deve passar por todas as etapas de sua iniciação e ficar entre os primeiros para conseguir entrar em sua facção, enquanto tenta esconder ser uma divergente e tenta agir de forma que não descubram que ela não está se encaixando exatamente no padrão esperado. Ela também acaba se apaixonando por Quatro, que é quem está treinando seu grupo, e ele a ajuda a "se misturar".

Espero não estar falando demais mas, para ter certeza, você pode pular o resto desse parágrafo e ir direto para a opinião... Eles começam a perceber que algo errado está acontecendo, mas é tarde demais: o plano já está em execução. A líder da Erudição e um dos líderes da Audácia pretendem arrumar uma forma de controlar a todos, com o intuito de criar um exército de robôs-humanos sem sentimentos ou vontade própria.


O filme é bem incompleto: você não sente o medo ou a ansiedade em todas as cenas que teria que sentir, você não sabe muito bem como funciona essa sociedade que a realidade do filme apresenta, você não sabe o porquê de terem criado essas facções, o porquê dos empregos e nem como ela funciona, você só sabe que ela é dividida e pronto. Tem muitos pontos em aberto e realmente muita coisa ficou faltando.

Eu disse que não iria comparar com o livro, e realmente não vou, mas quem leu sabe que não existe esse furo na história. Quem leu antes de ver o filme já sabia como essa realidade alternativa funcionava, quem só viu o filme realmente fica confuso.

Eu assisti com a minha irmã, e ela ficava me perguntando várias coisas, do porquê estar acontecendo daquela forma, ou de como funcionam certas coisas. E teve mais coisa que eu acabei falando para ela mesmo sem ela perguntar porque era nítido que tinha informação faltando, e eles não a colocaram no decorrer do filme, foi falha mesmo.


Porém, as cenas do treino foram bem feitas. Elas tiveram o tempo que deveriam ter, e você consegue sentir a tensão das personagens. Os atores são bons, todos conseguiram encarnar realmente seus personagens, mas tiveram alguns personagens que acabaram ficando muito superficiais. Novamente, outro problema de adaptação, pois o filme tem que se sustentar sozinho, é uma história independente, ele não deve ser feito dependendo do livro.

O filme é bem divertido, tem bastante ação e muitas cenas que realmente prendem o telespectador. A história é boa, e o final é bem marcante. Não falarei muito sobre o final, mas essa parte também foi realmente bem feita, você sente o medo, você fica ansioso, você fica feliz, e até e possível ter choros - eu não chorei, mas não sei como, sou bem emotiva com filmes... mas okay. Você também fica ansioso pelo próximo filme da franquia, que eu espero que concerte os erros citados anteriormente.


As cenas de romance também não ficaram nada forçadas, como vemos em vários filmes. As reações de ambos condizem com os personagens e com a realidade que cada um viveu até o momento. Seus medos também não são sem fundamento, e as superações também.

Gostei do filme, mas essas falhas me incomodaram bastante e, por conta disso, somente o classifiquei como razoável. Se fossem corrigidos os furos no começo, ao introduzir essa Chicago futurista, e na superficialidade de alguns personagens, com certeza subiria para bom/ótimo. Mas o principal ponto é na primeira parte mesmo, no que faltou ser explicado.


A pesar disso, recomendo o filme, ele é bem divertido, mas você vai aproveitar mais se procurar alguma resenha do livro antes, só pra entender melhor essa primeira parte. Fãs de distopias não podem deixar de ver, e com certeza vocês irão se apaixonar por Tris e Quatro - e pela ótima atuação da Shai.

Quando assistir - ou se já assistiu - me conta aqui nos comentários o que você achou, e se concorda com meu ponto de vista.

Sempre lembrando: essa é a minha opinião, o que é ruim pra mim pode ser bom para vocês e vice-versa. 

Aproveitem o filme e, antes de assistir, que tal conferir o trailer aqui em baixo?

~xoxo

29 junho 2015

Debate: Livro "O Lado Bom da Vida"


Olá skyscrapers!

Como já falei pra vocês nesse post, eu não estou mais no clube do livro, porque haviam dado alguns problemas, mas tinham coisas do Clube do Livro que, devido à minha doença, eu não tinha postado e, como saí, esse itens acabaram perdidos em uma pasta no meu computador. Mas então eu acabei encontrando essa pasta com posts pendentes, que são as discussões dos últimos livros sorteados. Então cá estou eu! Para não ficar cansativo, não vou postar todas de uma vez, e hoje eu trouxe para vocês a discussão de O Lado Bom da Vida. 

Eu já fiz resenha do livro, crítica do filme e um versus de ambos, falando sobre as diferenças, então talvez tenham alguns pontos aqui que eu já tinha falado para vocês..

Ah, e não se preocupem, porque as partes que eu trago aqui para o blog do debate não contém spoilers e, se houver algum ponto que precise, eu aviso antes. Vamos lá?

Amor unânime
Todos do clube do livro que deram uma chance para O Lado Bom da Vida não se arrependeram, e a maioria colocou o livro entre os favoritos na hora de dar a opinião ou fazer os comentários. Outra coisa que foi unânime foi a forma de escrita do autor: é uma escrita leve, simples e totalmente agradável, você não consegue parar de ler e termina o livro bem rápido, você nem percebe o tempo passar.

Quem leu minha resenha sabe que essa é exatamente a minha opinião, já fiz muitas pessoas lerem, eu amo o livro, está com certeza entre os meus favoritos, e no final dá aquele desespero de "OMG, o livro está acabando, o que eu faço? O que eu faço?", rs. Você quer terminar logo, mas também quer dar uma enrolada para a história durar mais. Recomendo muitíssimo, e todo o pessoal do antigo clube do livro também! Se você ainda não leu, corre pra arranjar um.

Tiffany: amor ou ódio?
Quase todos gostaram dessa personagem, exceto uma pessoa das que leram. Essa pessoa odiou Tiffany com todas as suas forças - okay, talvez não tão intenso assim - , outras amaram a personagem, e outras, como eu, acham que a Tiffany é a alma do livro.

Ela é uma personagem cheia de presença e não faz as coisas conforme o padrão, ela faz o que passa pela cabeça na hora sem se importar com nada, e também carrega uma carga emocional enorme, que ela ainda está aprendendo a lidar. Esse tipo de personagem, principalmente por ser tão marcante, não consegue alcançar um meio-termo: ou você adora, ou você odeia.

A personagem é super bem construída e, de todas as pessoas que conheço que leram, dentro e fora do clube do livro, a maioria amou a personagem.

Falam muito de futebol americano.
Essa foi outra opinião unânime: eles realmente falam que o foco no futebol é grande - mas pela sinopse e pela capa você já espera isso. Porém, essa não é uma coisa ruim, geralmente quem não gostou dessa parte é quem não gosta muito de esportes e não gosta de falar de esportes. Eu já achei bem divertido, as cenas que tem o grito de guerra geralmente nos tiram boas risadas, e o pai dele ser construído em cima do time também foi uma coisa bem importante e marcante para o livro.

A inocência de Pat é encantadora.
Okay, nem todos disseram encantadora, alguns disseram engraçada, mas todos gostaram também. Ele é assim do início ao fim e se tornou um personagem super cativante, e um protagonista muito fácil de torcer. Mas aviso antes: 90% dos leitores de OLBDV acabam se apaixonando por Pat Peoples.

Os conflitos nos pensamentos de Pat.
Essa é uma parte que te prende, com certeza. Você acompanha toda a luta dele para vencer a doença e tentar ser uma pessoa normal, ele só quer ficar bem para não ter que voltar para o que ele chama de "lugar ruim", e isso te comove. Toda recaída dele você sofre junto e, pela inocência dele que falei no tópico anterior, às vezes é muito difícil para ele lidar com isso, ou pensar no que fazer.

O Final é satisfatório.
Todos adoraram o final, uns choraram, outros ficaram felizes, mas todos ficaram satisfeitos. Não vou me aprofundar muito nesse tópico para não dar spoilers, mas é um final que não é tão esperado, porém agradou a todos.

E é isso gente, essas foram todas as coisas que discutimos sobre o livro lá no CDL. O que vocês acharam? Concordam com os pontos abordados? Tem alguma coisa que queiram acrescentar?

~xoxo