17 junho 2015

10 Coisas que Aprendi com How I Met Your Mother


Olá skyscrapers!

Vocês sabiam que o post sobre os Easter Eggs de How I Met Your Mother é um dos mais acessados do blog? E já que eu gosto muito de vocês e vocês gostaram tanto, hoje eu trouxe uma pequena listinha com 10 coisas que eu aprendi com a série.

Se você não conhece a série - embora eu ache bem difícil - eu fiz um resuminho dela nesse post, dá uma olhadinha lá que sei que você vai querer ver, e aprender as lições abaixo por conta própria.

Vamos lá?

1. A amizade verdadeira, ainda que passe por problemas e distanciamentos, dura para sempre, mesmo que se vejam só nas datas importantes, ou que dê um tempo, mas os amigos permanecem unidos no final.

2. Se você quer achar o amor da sua vida, você tem que parar de procurar. Claro que você tem que investir e fazer a sua parte, mas nada de ficar se apaixonando por todo mundo. Geralmente as coisas acontecem por coincidência - ou seria o destino? Ou quem sabe um guarda-chuva amarelo...  Mas tudo que você tem que fazer é viver o agora, e o que tiver que ser, vai ser.

3. Para sua noite ser lendária (legen... wait for it. DARY!) só depende de você e seus amigos. O lugar não importa tanto, vocês só precisam estar juntos, até para que eles testemunhem todos os seus feitos "awesomes". Usar um terno ajuda também.

4. Se algo estiver incomodando: intervenção. Todos temos que ter uma placa de intervenção para ajudar os amigos, nada é melhor do que a honestidade.

5. Se você passou por algum momento embaraçoso no passado e tem vergonha disso, sua turma irá descobrir. Não sabemos como, nem quando, mas eles irão descobrir.  A dica é usar seu passado a seu favor e incluí-lo ao que você é hoje, afinal, você seria assim se não tivesse passado por aquilo?


6. Corra atrás dos seus sonhos, que cedo ou tarde você vai conseguir realizá-los. Nunca desista, nunca se contente com menos do que você merece, e, o mais importante, seja positivo sempre.

7. Aceite correr riscos de vez em quando. É sempre bom colocar mais itens na lista de "Challenge Accepted", e depois você ficará com várias histórias para contar, momentos marcantes e lições para acompanhá-lo. Cometa erros!

8. Nada de bom acontece depois das 2 da manhã.

9. Todo mundo merece uma segunda chance, as pessoas mudam.

10. Nenhuma comemoração, feito ou conquista é completo se não for finalizado com um "high five" com seus amigos.

E, é claro, tente se lembrar de todas essas histórias para contar para seus filhos, e faça todas as referências a Star Wars que puder durante sua vida, poque não tem como ser diferente.


Agora, deixando a brincadeirinha final de lado, How I Met Your Mother é uma série que realmente nos traz diversas lições, e tem características tão marcantes que, dependendo do que for, se você ver ou ouvir algo parecido já vai se lembrar, como um guarda-chuva amarelo, escutar um "True Story" ou ver um trompete azul.

Eu tentei trazer aqui as dez coisas que foram mais marcantes para mim, por todas as vezes que eu assisti e as coisas que penso mais agora, mas tem muitas outras coisas que aprendi que me recordo bem também, só não entrou no meu top 10. Por isso mesmo eu queria saber: o que você aprendeu?

Aprendeu as mesmas coisas que eu? Acha que algum não deveria estar aí ou gostaria de acrescentar outro? Eu vou adorar saber a sua opinião.

~xoxo

15 junho 2015

Resenha: 30 Dias com Camila


Olá skyscrapers!

Eu estava sentindo falta de fazer resenhas aqui! Mas em breve divulgarei o cronograma novo, então não percam. Estou montando um padrão nos quadros, para não ficar muito tempo sem postar algum. O lay novo deu alguns problemas, e não estou conseguindo mexer nele direito, mas assim que eu conseguir arrumar e atualizar conto todas as novidades pra vocês.

Hoje vim falar de um livro que comecei a ler por uma fanfic, que foi uma adaptação da história, e eu não imaginava ser assim, dessa categoria - porque o blog que li não costumava postar coisas assim -, que não me agrada muito, sinceramente , mas acabei lendo o livro quando a pessoa abandonou a fanfic e eu quis saber o final da história. Você também é dessas pessoas que não conseguem abandonar o livro na metade? Bem vindo ao clube.

Pelo que vi sobre o livro, foi mais um que foi escrito como uma fanfic de Crepúsculo e acabou sendo publicado, mas dessa vez é nacional. Vamos conferir?

Nome: 30 Dias com Camila
Autor: Silvia Fernanda
Páginas: 304
Editora: Schoba
Sinopse: A vida de Camila estava um caos. Acabou de completar 30 anos. Perdeu a mãe. Sua melhor amiga se mudou para o outro lado do país. Está apaixonada pelo filho do chefe, que além de ser seu colega de trabalho é noivo de uma mulher que atormenta sua vida. Está entediada, deprimida e a ponto de fazer uma besteira com a própria vida. É uma pessoa que nada tem a perder. E pessoas que não tem nada a perder são muito perigosas...
Edgar tinha vida perfeita. Noivo. Bem sucedido. E finalmente de férias para curtir sua lua de mel em paz. Porém do dia para noite tudo muda: sua noiva foge com outro e para piorar a situação no dia seguinte acorda vendado e algemado a uma cama por uma louca, que após fazer loucuras, lhe faz uma proposta muito chocante: 30 dias de muita intimidade, sem regras, sem compromissos.

A sinopse faz um ótimo resumo da história, então vou colocar um resumo menor que o de costume, com as partes essenciais e algumas que não estão descritas, além de uma pequena correção de uma parte da sinopse.

A história gira em torno das vidas de Camila e Edgar. Os dois tem secretamente uma paixão pelo outro, mas tentam ao máximo controlar seus sentimentos. O motivo? Camila é melhor amiga de seus irmã e amiga da família, além de serem colegas de trabalho, então um nunca contou para o outro sobre seus sentimentos. 
A parte ruim de amar sem ser correspondido, é que você sempre está sozinho, mas nunca disponível.
Edgar está noivo, e sua noiva não gosta nem um pouco da mulher, o que resulta em vários distratos. Porém, certo dia, quando ambos estavam tendo as intimidades do casal, ele acabou dizendo o nome de Camila. Pensou que sua noiva não havia escutado, mas ela o abandona, fugindo com outro. Mesmo que ele não gostasse tanto dela quanto tentava gostar, isso mexeu com ele.

Por outro lado, Camila se vê chegando aos 30 anos deprimida, se sentindo sozinha e infeliz. Em determinado momento, Camila decide que tem que mudar e fazer alguma loucura, algo que realmente queira pelo menos uma vez, e deixa a santinha de lado para ir atrás de seu desejo íntimo: Edgar. Ela sequestra o rapaz e leva ele para o meio do nada, onde ele acorda acorrentado a uma cama, e ela faz uma proposta: 30 dias de prazeres, sem compromissos. 
Cansei de ser boa moça. Cansei de não lutar pelo que eu quero. E eu quero você. Sem mais um minutos de espera. 
Eu gostei da história construída no livro, gostei de como a escritora retratou a tristeza de Camila, você realmente torce para que ela se dê bem... Sobre a parte do sequestro e a proposta feita, não foi uma história que eu gostei, mas foi bem construída, e deu um motivo para as partes eróticas que estariam por vir, diferente de Cinquenta Tons, por exemplo. Mas depois as coisas acabam desandando um pouco...

A escritora até tenta fazer uns suspenses e tramas durante a história, mas ela revela ou resolve muito rápido, não dá tempo de você se envolver com tudo isso. Também há um certo exagero nas cenas eróticas, ficando extremamente vulgar e mal construídas, sem muita emoção. Na realidade, quando as personagens passam para essa segunda etapa do livro, as emoções ficam superficiais demais. Antes estavam um pouco, mas era no início e elas estavam sendo aprofundadas e, do nada, parece que retrocedeu e parou por aí.
- O que foi agora?
- Você não pode ser assim tão doce.
- Por que não?
- Porque essas coisas me fazem gostar de você.
Não houveram grandes evoluções durante o livro e o final foi contado muito rápido. Tem um acontecimento - que não vou contar, obviamente, e se não quiser nem ver o resto por expectativas pule para o próximo parágrafo - em que deveríamos ficar aflitos, nervosos, ansiosos, mas é tudo contado tão rápido que nem da tempo de sentir nada sobre o problema. 

Outro problema que teve foram de erros de revisão, que encontrei alguns. Lendo algumas resenhas, descobri que a edição anterior estava com mais erros, então se você for pegar agora pode ser que eles não estejam mais presentes.
Eu cheguei a um ponto de minha vida, que nada mais vale a pena. Eu só queria por um fim em tudo. Isso deveria ser algo mais simples, mas não é. O dia insiste em amanhecer e invadir o meu quarto. E eu tenho que levantar... Seguir com uma vida que eu odeio.
Em geral, se você gostou de 50 Tons de Cinza provavelmente vai gostar desse livro, mas eu não sou uma dessas pessoas... Não gostei do livro, não recomendo.

Mas lembrando: essa é somente a minha opinião, o que foi ruim para mim pode ser bom para você e vice-versa. 

É isso skyscrapers, o que acharam do livro? Gostam de livros desse estilo? Eu não gosto, e já li alguns para ter certeza disso... Mas quem sabe algum não me surpreende, não é? 

~xoxo

12 junho 2015

In Another Life


Há três anos atrás eu casei com o melhor marido que uma mulher pode desejar.
Nos conhecemos por acidente - ou seria destino? - em uma boate. Ele era barman e eu sempre ia lá nas comemorações da faculdade. Eu nunca gostei muito de me embebedar ou de ficar o tempo todo dançando, então eu ficava lá sentada conversando com ele.
E então, em uma "festa" no 7º semestre, ele não estava mais lá. O barman novo disse que ele arranjou um emprego melhor, que só havia trabalhado lá todo esse tempo para se estabelecer enquanto não realizava seu sonho, que mais tarde descobri que era ser arquiteto e ele havia conseguido seu primeiro emprego na área, um estágio. Bom, senti sua falta.
Aparentemente, ele sentiu a minha também, pois na despedida do 8º semestre lá estava ele, pegando um drinke com seu substituto, me esperando.
Ficamos juntos a noite toda, trocamos telefones e logo marcamos o nosso primeiro encontro. Quando eu tinha 25 anos, nos casamos.
O problema é que brigávamos muito, já que nós dois eramos muito explosivos. Já era assim no namoro, e no casamento não mudou nada, na verdade até aumentou. Nos amávamos, mas sempre discutíamos muito e, na maioria das vezes, era por besteira.
Em uma de nossas discussões - nossa última discussão - eu o "expulsei" de casa, e depois de um tempo só ouvi o barulho do carro ligando e saindo.
Por volta das quatro da manhã o telefone tocou, eu não havia conseguido dormir pois nunca tivemos uma briga assim. Corri para o telefone, atendi após o segundo toque, queria dizer "me perdoe, volte para casa, volte para mim, eu te amo", mas não era ele.
Quem me ligou foi um policial. Um motorista bêbado perdeu o controle e acertou a lateral do carro. Meu marido ficou em coma, mas o bêbado ficou bem, somente com alguns arranhões. Por que isso tinha que acontecer? Por que o destino uma hora nos dava a melhor coisa que poderia nos acontecer, e na outra era tão injusto? Seria um karma?
Não importa, não importava quando aconteceu e continua assim agora, o que realmente importa é que ele não estava bem e eu me desesperei pois não pude fazer nada, eu estava em prantos, me sentia culpada, mal consegui passar meu endereço ao policial.
Em poucos minutos eu já estava no hospital, os olhos inchados pelas lágrimas.
Com o tempo acabei parando de trabalhar para poder ficar o dia todo no hospital. Já fazem 2 anos que vivo assim.
Como me arrependo daquela maldita briga! Como eu queria poder voltar atrás. Como eu queria recomeçar, eu teria uma outra vida, com certeza. Nós teríamos uma outra vida.
Em outra vida, eu teria feito tudo diferente. Eu teria dito a ele o que ele significava para mim. Se eu tivesse mais uma chance, eu me seguraria sempre que alguma besteira me deixasse irritada e, se alguém acabasse explodindo, eu diria o quanto o amo e o quanto eu o queria bem. Eu faria tudo que fosse possível e tentaria o impossível somente para vê-lo feliz todos os dias. Eu mudaria tudo por ele. Eu não teria o deixado ir... Eu não deveria ter deixado ele ir. Eu não deveria...
Não tinha que ser assim.
Teve uma vez que ele saiu e ficou tudo bem, logo que começamos a morar juntos, ele ficou nervoso, acabamos terminando e ele foi embora. Nos reencontramos e voltamos ao que era antes, ambos estávamos arrependidos, ambos concordamos em passar a borracha nisso, em tentar mudar e foi como se nada tivesse acontecido. Por que dessa vez teve que ser assim? Por que não conseguimos realmente mudar? Por que teve quer ser uma coisa tão intensa, por uma bobeira que nem lembro o que é? Por que eu mandei ele sair? Por quê?
- Me desculpe - falei, como falo todos os dias, e depositei um beijo em seus lábios, mesmo que ele não possa me ouvir ou sentir o meu toque. - Eu te amo.
E então, ouvi aquele barulho que eu mais temia, que eu sempre ouvia em meus pesadelos e sempre desejava que não se tornasse realidade. Aquele som que quase fez meu coração parar...
... o coração dele parando.

"In another life, I would be your girl
We'd keep all our promises, be us
Against the world
In another life, I would make you stay"

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Olá skyscrapers! O que acharam da história?

Eu sei que é meio triste para o dia dos namorados, mas a verdade é que eu tinha esquecido, aí não deu tempo de preparar nada especial para essa data, infelizmente.

Agora, falando da história... Tive essa ideia há um tempo e pensava em fazer como mini-fanfic, mas, um tempo depois, saiu a música da Katy Perry, In Another Life, que tinha tudo a ver com a história que eu tinha em mente. Então decidi fazer uma One Shot* como songfic.

* One Shot é uma história rápida, de um capítulo e não muito grande. Como o nome diz, é uma história contada em "um tiro" só.

Aí eu acabei inscrevendo a fanfic em uma promoção que teve sobre one shots, não ganhei, mas não podia postar pois ela ainda estava nos direitos dessa promoção que inscrevi. Agora que os direitos voltaram para mim, revisei e editei algumas partes e trouxe aqui para vocês .

Espero que tenham gostado e, se ainda quiser ler uma história romântica nessa data, dá uma passada em Summer Love e Summer Love 2 que você vai adorar!

~xoxo

08 junho 2015

Nas Telas: Filme "Warriors - Os Selvagens da Noite"


Olá skyscrapers!

Hoje eu trouxe mais uma crítica de filme para vocês, dessa vez um filme antigo, do ano de 1979: The Warriors! Provavelmente, se perguntar para seus pais e tios, algum deles já assistiu: e, dos que eu conheço que viram, todos gostavam. E vocês sabem que eu sou muito fã de filmes antigos, né? Vocês também gostam? Então vamos à resenha!

Nome: The Warriors - Os Selvagens da Noite
Sinopse: Nova York, em um indeterminado futuro. As gangues de delinquentes juvenis se reúnem numa convenção. O líder do principal grupo prega a união entre eles, pois juntos poderão controlar a cidade - o contingente deles é maior que a força policial. O líder acaba sendo assassinado, com a culpa recaindo sobre um bando da periferia, que nada teve a ver com o atentado. Assim eles se vêem obrigados a atravessar a cidade, enquanto são caçados pelos membros das outras gangues
Dirigido Por: Walter Hill
Com: Roger Hill, Michael Beck, James Remar, David Patrick Kelly e Mercedes Ruehl
Gênero: Ação, Suspense.







O filme nos mostra a trajetória da Gangue Warriors: eles estão indo para uma reunião, onde várias gangues estarão presentes, e é ministrada por Cyrus, o líder de um dos grupos mais poderosos. 

Cyrus pretendia unir todas as gangues e, com isso, eles controlariam a cidade, porém, durante o evento, ele é assassinado e a culpa cai injustamente nos Warriors. Devido a isso as outras gangues começam a persegui-los, e eles precisam descobrir uma forma de chegar até seu território. Sem conhecer muito do local, eles tentam se encontrar nas estações de metrô e nas ruas da cidade. 

Durante sua volta, eles se deparam com membros de outras gangues e policiais que estão procurando por eles. Muitas brigas, perseguições e até mortes estão inclusos nessa história.


Toda a escolha de figurinos, cenários e cores foram feitas muito bem, você realmente sente o presente da história, você entra na trama. 

Acompanhando a noite dos warriors conseguimos viver toda a tensão que eles estão vivendo, ficamos aflitos como eles, podemos perceber seus medos e são personagens fáceis de torcer a favor. 


Claro que o filme não é recheado de uma superprodução, mas, como sempre digo em filmes assim, devemos levar em consideração o ano que o filme foi feito. Eu sempre valorizo muito a história em si, mas se esses pontos te incomodam, não te aconselho a ver. 

Agora, se você é como eu, que adora filmes antigos e que esses pontos até reforçam a você entrar na situação atual da trama, é um filme que você precisa colocar no seu cronograma para a próxima sessão pipoca. 


Um filme que retrata uma realidade que não é difícil de encaixar nos dias atuais e consegue te envolver. Recomendo!

Se você já assistiu - ou pensa em ver - deixe aqui sua opinião sobre o filme, ou suas expectativas. E deixo vocês com o trailer!

~xoxo

05 junho 2015

Nas Telas: Filme "A Menina que Roubava Livros"


Olá skyscrapers!

Quem aqui já ouviu falar sobre "A Menina que Roubava Livros"? Eu já fiz a resenha do livro aqui, e agora vim falar para vocês sobre o filme. 

Desculpem não ter postado na quarta, mas a internet simplesmente não estava pegando, e a do meu celular não é suficiente para fazer um post. Quem me acompanha no twitter já sabia disso, mas, para quem não viu, fica aqui minha explicação e, novamente, me desculpem.

Não irei comparar o livro e o filme agora, mas vocês podem fazer a comparação pelas duas críticas. Ou esperem pelo versus dos dois, que eu breve eu trarei, falando das diferenças que eu achei mais marcantes. 

Vamos à resenha?
Obs: Esse filme não é recomendado para menores de 10 anos.

Nome: A Menina que Roubava Livros
Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo, ela aprende a ler e partilhar livros com seus amigos, incluindo um homem judeu que vive na clandestinidade em sua casa. Enquanto não está lendo ou estudando, ela realiza algumas tarefas para a mãe e brinca com a amigo Rudy.
Dirigido Por: Brian Percival
Com: Geoffrey Rush, Emily Watson, Sophie Nélisse, Ben Schnetzer, Nico Liersch, Heike Makatsch, Gotthard Lange e Carina N. Wiese
Gênero: Drama






O filme se passa na Alemanha durante a segunda guerra mundial e nos mostra a vida de Liesel Meminger, uma garotinha que foi levada pela mãe para ser cuidada por pais adotivos, Rosa e Hans Hubermann, por ser melhor e mais seguro para ela e seu irmão, mas o menino acabou falecendo no caminho, levando Liesel ao seu primeiro roubo: o manual do coveiro.

Liesel faz amizade com seu vizinho, Rudy, e acaba se apegando demais ao pai, que é carinhoso e sempre está por perto quando ela precisa. Liesel era analfabeta, e seu pai adotivo que a ensina a ler e escrever, o que resulta em uma enorme paixão da menina pelas palavras. Depois de um tempo Liesel começa a roubar livros para acrescentar sua coleção e para se apaixonar por uma nova história - e até ler para seu amigo Max, um judeu que a família está hospedando clandestinamente no porão.


O filme tem grandes atores em péssimos papeis, com uma trama rasa e com pouca emoção, o que é uma pena. Não teve nenhum personagem que teve uma grande evolução ou que tenhamos conseguido nos apegar durante o filme. Mesmo as personagens com características marcantes não extremamente superficiais, o que prejudica muito no aproveitamento do filme, mas esse não foi ainda o ponto negativo principal.

A trama toda foi mal elaborada. Contou a história toda, realmente, mas não foi capaz de se aprofundar, de emocionar e nem de realmente cativar o telespectador. Tem muitas partes que deveríamos nos emocionar, mas não sentimos nada, ou coisas pelas quais deveríamos torcer que não conseguimos nem sequer nos apegar. O filme - e todos os seus elementos - tentam te induzir a realizar certa ação sem você realmente senti-la. 


Gostei muito da escolha das cores e do figurino, que foi o que mais me chamou atenção no filme, infelizmente.

Parece que tentaram focar mais no relacionamento de Liesel e Rudy e em suas aventuras do que no momento da guerra em si e das dificuldades da atualidade deles, e eles conseguiram isso, porém novamente superficial. Por estar tudo em guerra e todo o medo que eles supostamente deveriam ter, acho que só terem dado pequenos vislumbres disso e ainda na terceira parte do filme foi uma escolha ruim. 


Novamente, eles querem que você torça pela Liesel e sinta pena de suas perdas e suas dificuldades, mas não conseguem fazer você sentir aquilo que a menina está passando. No próximo parágrafo darei um pequeno spoiler para exemplificar os pontos anteriores, então se você ainda não viu o filme, recomendo que não leia. Colocarei em itálico para diferenciá-lo.

Quando Max volta, deveríamos sentir emoção ao vê-lo, e também deveríamos ter ficado tristes quando ele saiu certo? Mas realmente conseguimos criar laços com a personagem ou sentir os laços criados entre ele e Liesel? E no momento em que temos a leitura no porão: dá pra sentir o medo das pessoas? Você consegue sentir o que estava acontecendo naquele momento, com a guerra acontecendo e eles indefesos? Dá pra sentir o que aconteceu na hora que Liesel começa a contar a história? 


Tem muitos outros exemplos como esses, pois foi tudo mais ou menos dessa forma. Porém, não achei justo classificar o filme como ruim - embora admito que tenha pensado nisso -, pois ele conta bem a história, e conseguiu fechar quase todos os pontos que foram abertos durante a trama. É um filme razoável, mais para o ruim do que para o bom, mas não é uma perda de tempo. Dá para você passar um tempo satisfatório assistindo, e tem várias cenas que você lembrará por um tempo, mas não é nada muito marcante, então não se encha de expectativas.


Não gosto de fazer críticas negativas, mas sempre farei críticas sinceras. E, mais uma vez, a crítica não está sendo baseada junto com a história do livro e suas diferenças, e sim sobre o filme sem si, separado de tudo. Até porque, se fosse comparar com o livro, a nota seria diferente. 

Outra coisa que não gostei, mas agora não entrando na crítica, foi a sinopse do filme: não é nada atraente ou intrigante. Se eu fosse escolher assisti-lo pela sinopse, eu não teria dado o play. Tenta falar de tudo sem falar direito sobre nada, e sem descrever bem a história.
E lembrando: essa é somente a minha opinião, o que foi ruim para mim pode ser bom para você. Veja pelo resuminho do filme e decida se quer ver ou não para tirar suas próprias conclusões.
O que você achou do filme? Concorda comigo ou discorda? Irei adorar saber a opinião de vocês!

E pra se ainda não se decidiram entre assistir ou não, deixo para vocês o trailer do filme.

~xoxo